18 julho 2014

Vai, Passarinho!



Vai, passarinho!

Matraca
atraca
à
boca.
Braços
desconjuntados,
livres e estabanados
flutuam com as palavras.
Falo demais!
Gesticulo demais!
Coisas de analise
e heranças ancestrais.

Há que se afogar a boca em silêncios abismais?
Há que se engessar os braços em armaduras medievais?

Vai, passarinho,
voa,
teu verbo é insaciável!

©rosangelaSgoldoni
10 07 2014
RL T 4 880 641

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