07 dezembro 2013

SEGUNDA ROSA DO ORIENTE



SEGUNDA ROSA DO ORIENTE

Não vejo o dia de chegar o tempo
em que de rosas seja toda espera 
como nos dias em que fico atento 
e invento rosas para a primavera.

Não há deleites a não ser o alento
de ver o tempo regressar com ela
da doce esfera do contentamento
ao venturoso amor que regenera.

O amor da rosa que virá semente
do meu jardim secreto do oriente
para os canteiros rústicos do mar.

Talvez a vida seja o mar de rosas 
que a despeito das vias arenosas 
não se ferem nas pedras do luar.

Afonso Estebanez

2 comentários:

soninha porto disse...

A flor do oriente é uma das raras belezas cantadas por este lindo escritor e poeta! Amei!

Reggina Moon disse...

Não há deleites a não ser o alento
de ver o tempo regressar com ela
da doce esfera do contentamento
ao venturoso amor que regenera.

Maravilhoso!....Beijos....

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