29 outubro 2013

A PRAÇA


O vento estava especialmente cálido aquela tarde.
Ele continuava sentado lendo o seu jornal enquanto alguns pássaros pousavam ao seu redor.
A praça já um tanto mal cuidada, de certo abandonada, mas era ali o seu lugar, todos os dias como um ritual.
A praça, o banco, o jornal...
E numa tarde, enquanto formava-se ameaçadora tempestade, soube-se que ele havia partido.
Que lástima, era um homem bom! - diziam alguns poucos amigos - A solidão o pegou e entristeceu seu coração.
Mas ninguém por ele chorou, nem muito menos possuía nenhum grande amor...
Era um desafortunado que de tanto desgosto e tristeza se foi.
E na manhã seguinte, a praça, o banco e os pássaros, continuavam no mesmo lugar.
A vida prossegue...
Vou até a banca comprar meu jornal...

Reggina Moon

Enviado por Reggina Moon em 23/08/2013
Recanto das Letras
Código do texto: T4448069

2 comentários:

soninha porto disse...

Que bacana guria! Vc até crônica, que surpresa boa! Bjs.

Mario Feijo disse...

NEVE DERRETIDA

Quando nossos olhos se cruzaram
Foi como se flocos de neve
Derretessem diante do calor

Eu me derreti por ti
Eu me esquentei pra ti
E minhas pernas tremeram

Agora quero me molhar
Nas partes mais íntimas do teu corpo
Alisando teus pelos pubianos
E morder a tua pele

Por que demoras?
Eu tenho certeza que me queres!
Será que planejas
Uma forma de me jogar em tua cama?

Mário Feijó
28.10.13



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