17 outubro 2012

CACHORROS


CACHORROS

 

 

        Eu tive um cachorro que se apaixonava por todas as cadelas vadias que encontrava mundo afora. Como eu respeito os outros e os animais (também não queria que fizessem isto comigo, estivesse eu em seu lugar), não o castrei, porém o desgraçado fez filhos a torto e a direito.

        Era um cachorro malandro. Nem “pedigree” tinha, mas escolhia a ração que queria comer. De cada ninhada sempre deixava filhotes no meu quintal.

        O cachorro fingia que me amava, porém frequentemente mordia a mão que o alimentava. Há cães assim. Alguns deles são traiçoeiros, nem todos são amigos, fieis. E este era assim...

 

Mário Feijó

17.10.12  

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