14 março 2011

ENTRE UM ESBOÇO E UM RABISCO


Entre um esboço e um rabisco
Desenho o meu futuro
Na tela de um tecido fino
Com textura grossa,
Tintas, solventes...

Há um cheiro de flor de lis
Pano para limpar poeiras
De um passado que não existe
Mas que teima em ser presente...

Pincéis caros com o tempo se desgastam
Pinceladas fortes ou fracas criam aos poucos
Uma obra sem valor material
Mas que com amor e sentimento
Dão asas à borboleta da nossa imaginação...


Aldo Costa/Mário Feijó
13.03.11

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