28 setembro 2010


.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
GRILHÕES


Te quero acorrentado a mim, meu prisioneiro...

Não te liberto amor, nem um momento!

Preso, aos meus pés, subjugado, exangue,

Tu pedirás clemência, sim, como um lamento.


Desvairado, te debaterás nos braços meus...

Tu quererás a liberdade, gritarás em ais,

Mas eu te subjugo, avilto, e tenho preso,

Para mostrar-te que és meu, de ninguém mais!


Mantenho-te cativo, atado no meu leito,

Eu te possuo, domino... e, malgrado teu,

Te escravizo, arrasto e tenho estreito!


E se tu morres, desta forma costumeira,

E ao te saciar, te mostro que és só meu,

Então eu caio na real... sou tua prisioneira!



Mírian Warttusch

.

0 comentários:

Postar um comentário

POEMEM-SE SEMPRE!
SEJAM BEM-VINDOS!

Fale Conosco!

Nome

E-mail *

Mensagem *

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Macys Printable Coupons