02 agosto 2010

Atrás do Muro






Atrás do Muro



Temo pelas crianças hoje no mundo,

Expostas ao crime e ao sexo itinerante

E na ignorância descem até o fundo,

E nada voltará a ser como foi antes,



Temo pela vida, que gira em segundos

Nada é como foi a esse exato instante,

Duvida? veja como está o mundo,

Receio que nada será como dantes,



Temo pelo próprio ar, deixou de ser puro,

Vivemos escondidos por dentro do muro,

Só os olhos passeiam através dele, além,



Temo pela violência e mortes assombrosas,

Não mais se ver os canteiros de rosas,

E todos procuram a culpa em alguém.



Betânia Uchôa



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