16 fevereiro 2015

Nosso Carnaval



Nosso Carnaval
Nesse nosso carnaval
Flutuei entre serpentinas e confetes
Ao som dos tambores
Entre suor e historias antigas e amores
Trouxe da vida você em mim
Foi minha inspiração
Meu trio elétrico
Fez o melhor enredo
Desse nosso carnaval...
Foi meu pierrô e eu sua colombina
Entre sambas incertos
Saudades perversas
Foi o matiz do meu viver
Porque somos nossa sina...
Entre confetes e serpentinas
Você é meu pierrô
E eu sua colombina...
Nesse e em tantos outros carnavais...

DúKarmona®

15 fevereiro 2015

COLOMBINA

COLOMBINA
Reggina Moon
Vestiu-se com a melhor fantasia,
e desfilou "sur l'avenue",
lançando festivos confetes e serpentinas.
Personagem de uma comédia esquecida,
a louca e bela Colombina
perdida em escandalosa euforia.
Arlequim já se foi pelos bailes da vida,
mas Colombina ainda espera
encontrar seu Pierrô
desfilando solitária na Avenida.

Recanto das Letras
Enviado por REGGINA MOON em 14/02/2015
Código do texto: T5137295

O QUE É O CARNAVAL?

"Não precisamos de muitas alegorias, fantasias e adereços,
 quando existe um sentimento tão simples e sincero chamado Amor,
 como enredo de nossas vidas." 
Reggina Moon

O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval. O Carnaval do Brasil é a maior festa popular do país. A festa acontece durante quatro dias (que precedem a quarta–feira de cinzas). A quarta de cinzas tem este nome devido à queima dos ramos no Domingo de Ramos do ano anterior, cujas cinzas são usadas para benzer os fiéis no início da quaresma. O Carnaval prepara o início da quaresma, isto é, seu último dia precede a quarta-feira de cinzas (início da Quaresma).

Origens Brasileiras
Comemorado em Portugal desde o século XV, o entrudo foi trazido pelos portugueses para a então colônia do Brasil e em finais do século XVIII era já praticado por todo o território. Consistia em brincadeiras e folguedos que variavam conforme os locais e os grupos sociais envolvidos. Com a mudança da côrte portuguesa para o Rio de Janeiro, surgiram as primeiras tentativas de civilizar a festa carnavalesca brasileira, através da importação dos bailes e dos passeios mascarados parisienses, colocando o Entrudo Popular sob forte controle policial. A partir do ano de 1830, uma série de proibições vai se suceder na tentativa, sempre infrutífera, de acabar com a festa grosseira. Em finais do século XIX, toda uma série e grupos carnavalescos ocupam as ruas do Rio de Janeiro, servindo de modelo para as diferentes folias. Nessa época, esses grupos eram chamados indiscriminadamente de cordões, ranchos ou blocos. Em 1890, Chiquinha Gonzaga compôs a primeira música especificamente para o Carnaval, "Ô Abre Alas!". A música havia sido composta para o cordão Rosas de Ouro que desfilava pelas ruas do Rio de Janeiro durante o carnaval. Os foliões costumavam frequentar os bailes fantasiados, usando máscaras e disfarces inspirados nos baile de máscaras parisienses. As fantasias mais tradicionais e usadas até hoje são as de Pierrot, Arlequim e Colombina, originárias da Commedia dell'arte.



11 fevereiro 2015

PAZES


31 janeiro 2015

No intervalo dos goles


Pérfido imaginário... e afins

Distraído com fotos espalhadas pela cama
A saudade está mais perto.
Chega e me cerca, 
aperta e acerta 
o que já seria certo no cerne...
(Querer você)

Eu saberia como agir em outras épocas,
Mesmo que falte o mesmo entusiasmo;
Seria simplesmente uma aventura,
Ainda não estava atrás da mais perfeita escultura.

Pensando bem, criarei a própria artista,
Vendo outra dela em vagos corpos;
Lógico que deixarei isso em mistério,
Disfarçarei com toda minha fúria.

No íntimo considero um adultério
Ver o sorriso dela em outras bocas,
Sentir seu cheiro em todas as roupas,
Mas pagarei para ter essa luxúria.

Voam versos de afeto tão cálidos no conforto,
No forno do sentimento; 
Voam tão meigos ou salsos,
Verdadeiros ou falsos; 
Voam se for de gosto
Ou até desgosto 
(assim querendo).

Amor latente ao peito entregue
- De frente à porta da felicidade.
O jeito que seu orbe teve de dar-lhe presente,
O laço que desenlaça na fantasia da alma.

Brilho agudo da aura que passa célere,
De horas que passam em segundos,
Em lumes no gelo de um tempo absurdo,
Reflexo da cara metade em seu próprio espelho.

Não, não houve procura!
Houve sorte e destino,
Houve física e química
No liquidificador da loucura.

Não esquento com qualquer coisa,
Habituei-me ao fogo brando; 
guardo gás para a chama forte 
sempre que houver paixão.

Não sou filósofo nem profeta,
Minha linha não é nada reta;
Sou sempre prólogo com algumas metas;
Divago calmo, afago e flerto as mentes abertas.

No amor sou carne e osso, 
cerne e fosso, 
amor implexo 
e alvo das flechas.

(afins...)
- Para matar o tempo sem correr o risco de morrer junto, 
troca-se:
• correr dirigindo na pista, às cegas e vários beijos em altas farras. 
- Por:
• comer, dividindo a pizza de acelga 
com vários queijos e alcaparras.

André Anlub

30 janeiro 2015

VIVA LA VIDA


Ah essa vida, louca vida!
Vamos lá, nos desafie...
Que possamos seguir viagem
até o nosso destino (a)final.
Vamos lá, nos surpreenda!
Faça com que creiamos em magias,
astrologia e em outras vidas!
Que nossos passos não sejam tão apressados!
Queremos-te assim,
na alegria e na tristeza,
como promessa de amor feita na igreja.
Happy End, poesia, amor e paz!
O que podemos querer mais?
Reggina Moon
Recanto das Letras
Enviado por REGGINA MOON em 30/01/2015
Código do texto: T5119552


ALGUMA LUZ ALÉM DO PRONATEC


ALGUMA LUZ ALÉM DO PRONATEC

Surpreendo-me com uma citação inoportuna, ares de preconceito, numa rede social.
“O poeta é o primo pobre dos literatos , mas é o que mais doa riquezas.”
Não sei se a palavra preconceito é muito forte, talvez ignorância!
Poesia não é primo pobre de ninguém: antes, um gênero literário.
Literatura, termo abrangente, abraça diversas vertentes na arte da escrita desde a Antiguidade.
Um exemplo como definição,
“Literatura é a arte de criar e compor textos, e existem diversos tipos de produções literárias, como poesia, prosa, literatura de ficção, literatura de romance, literatura médica, literatura técnica, literatura portuguesa, literatura popular, literatura de cordel e etc. A literatura também pode ser um conjunto de textos escritos, sejam eles de um país, de uma personalidade, de uma época, e etc.” (*1)

Riqueza cultural no cordel, na poesia infantil, no minimalismo sagaz ou impertinente, no chacoalhar das mentes dos ávidos leitores, que também integram o mundo literário.
Seriam as obras de Fernando Pessoa, Mario Quintana, Cecília Meireles (somente para citar alguns) primas pobres de quem?
De fio a pavio...
Num país onde mais de quinhentos e trinta mil estudantes são reprovados em redação, há que se pensar em informação e leitura, no ser humano como um todo: alguma luz além do Pronatec.


©rosangelaSgoldoni
29 01 2015

RL T 5 119 102

25 janeiro 2015

Minha / Nossa História! - Parabéns São Paulo!

Minha/Nossa História! - Parabéns São Paulo! Aqui deste chão saem minha força, Minha inspiração para seguir... E ser! Quero ter um pouco da pujança que aqui existe, Por isso insisto em escrever... Aqui existe tanta beleza, Nobreza em cada parte, em cada recanto, Aqui é pleno de encantos, É só abrir os olhos para ver! Aqui é São Paulo, eu sou São Paulo, Nascido na Rua Frei Caneca, Morador de Santo Amaro... Mas andarilho por suas estradas, Pelos seus interiores... Pelas suas casas, Onde através da poesia, e pela poesia, Experimento os seus diversos sabores! São Paulo tu me deste, a roupa que me veste, O alimento que me sustenta, A inspiração que meus versos tecem, E que agora te enaltecem, Como a terra, minha terra, e de pessoas tantas, Como a terra da esperança, Que eu e tantos brasileiros de outras terras, Apreendem com a sensibilidade d’alma! Festejo-te São Paulo, por tudo, pela tua fibra! Se para a eternidade 461 anos é quase nada... Para mim, e para outros tantos, É sem dúvida uma linda, minha/nossa,História! Edvaldo Rosa www.sacpaixao.net

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