15 junho 2016

AREIAS DO TEMPO

28 maio 2016



Ela amava as flores
as estrelas,
e colecionava poesias.
Tinha uma beleza suspeita
e um vestido 
daqueles rodados,
como nas fotografias...
Sentia muitas saudades
mas deixava a tristeza de lado.
Ela era feita de lua
abandonada no meio da rua.

Reggina Moon

22 maio 2016

14 maio 2016

Sopro

Foto: Freeflyer_NASA

Solidão: só lidou com saudade, 
só lhe dou atenção.
Lá estou eu, sonhando, 
com os olhos embaçados e embasados nos seus.

Sopro
(André Anlub - 13/5/16)

Fica tão óbvio...
Mas por que não falar de amor?
Mesmo o ópio que entorpece,
Que se lembra; que se esquece...
Faz do momento um próprio vício
De eternidade.

Fica tão certo...
Quanto o martelo que acerta o prego 
Na construção da casa.
O extremo fogo que queima a casa
Na maldição do tempo que deixa as cinzas
Ao vento...

O ontem que já foi...
Correu ligeiro;
Como já foi o que o ontem alimentou...

Hoje resta a fome de hoje;
Fica tão hoje o desejo
De repetir o que passou.

Fica tão perto...
Na criança que desce o escorrega,
Calhando em segundos – sua alegria;
São elas, absurdamente elas...

E homens correm suas vidas
Essas – que não tiveram;
Correm, correm e correm.

Por fim brincam, choram
E nunca alcançam...
Mas seguem feliz na utopia.

10 maio 2016

08 maio 2016

Mãe ...


" Feliz dia da mulher que atrai a vida!
E a esse amor incondicional 
de 'ser' Mãe!!! " - DúKarmona®

04 maio 2016

Flores de Concreto

Flores de Concreto

Urbanas divagações,
noturnas sensações de
invasão de privacidade.
Janelas nas minhas janelas;
varandas,  telas e grades;
carbônicas derrapagens
afluem aos ouvidos e narinas.
Ouço rojões,
festa e balões?
Um pisca-pisca
reflete na minha sala.
Já não consigo distinguir ambulâncias e viaturas.
Loucura?
Aves de rapina nos espreitam a cada esquina,
calçada,
forquilhas.
Ó criatura urbana,
segue tua sina,
ora e clama ao Senhor
por ti, pela família,
 pela urbe ultrajada.
Há que se plantar esperança em meio ao concreto armado.

©rosangelaSgoldoni
03 05 2016
RL T 5 624 463

02 maio 2016

Quem caça um poema?


Quem caça um poema?
(André Anlub - 1/7/11)

Já nem sei por onde anda...
No gole, na gola, na manga;
Nem sei de onde veio...
Do ventre, da saia, do seio.

Sei que em bares é citado,
Amado e temido.

Sei que fica exposto aos olhos
E dos olhos sorve o pranto...
Das mãos às vezes é santo.

Dizem que é dissabor e contentamento...

No seu corpo tem amor,
No coração, lamento;
Dizem a má e a boa língua
Que é terra, mar e vento.

Viva e deixe viver, 
pense sempre alto, 
curta a vida que é curta... 
não ande pelado no asfalto, 
mas também não vista uma burca.

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