19 julho 2014






  • Rubem Alves
  • Rubem Alves é um psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro, é autor de livros e artigos abordando temas religiosos, educacionais e existenciais, além de uma série de livros infantis. (Wikipédia)

  • Nascimento: 15 de setembro de 1933 (80 anos), Boa Esperança, Minas Gerais
    Falecimento: 19 de julho de 2014

  • Rubem Alves, em “Se Eu Fosse Você” (do livro “O Amor Que Ascende a Lua”)

     " que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila. Em silêncio. Sem dar conselhos. Sem que digam: “Se eu fosse você…” A gente ama não é a pessoa que fala bonito. E a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção. Todos reunidos alegremente no restaurante: pai, mãe, filhos, falatório alegre. Na cabeceira, a avó, com sua cabeça branca. Silenciosa. Como se não existisse. Não é por não ter o que dizer que não falava. Não falava por não ter quem quisesse ouvir. O silêncio dos velhos. No tempo de Freud as pessoas procuravam os terapeutas para se curarem da dor das repressões sexuais. Aprendi que hoje as pessoas procuram os terapeutas por causa da dor de não haver quem as escute. Não pedem para ser curadas de alguma doença. Pedem para ser escutadas. Querem a cura para a dor da solidão."



  • “Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade. No fundo, somos os mais bonitos...” (Rubem Alves)






  • Amar é ter um pássaro pousado no dedo.Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
    a qualquer momento, ele pode voar.” (Rubem Alves)

     “Amor é estado de graça e com amor não se paga”. Nada mais falso do que o ditado popular que afirma que “amor com amor se paga”. O amor não é regido pela lógica das trocas comerciais. Nada te devo. Nada me deves. Como a rosa que floresce porque floresce, eu te amo porque te amo" (Rubem Alves)


  • Amo a minha vocação, que é escrever. Literatura é uma vocação bela e fraca. O escritor tem amor, mas não tem poder. (Rubem Alves)





  • “... Sem tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em lugares onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte... Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.” (Rubem Alves)


  • "Deveríamos aprender mais com Ruben e suas diversas reflexões teológicas da libertação, e sempre que possível treinarmos a arte de escutar, o que faria nosso mundo bem melhor..." (Reggina Moon)


  • 18 julho 2014

    Vai, Passarinho!



    Vai, passarinho!

    Matraca
    atraca
    à
    boca.
    Braços
    desconjuntados,
    livres e estabanados
    flutuam com as palavras.
    Falo demais!
    Gesticulo demais!
    Coisas de analise
    e heranças ancestrais.

    Há que se afogar a boca em silêncios abismais?
    Há que se engessar os braços em armaduras medievais?

    Vai, passarinho,
    voa,
    teu verbo é insaciável!

    ©rosangelaSgoldoni
    10 07 2014
    RL T 4 880 641

    17 julho 2014

    Caminho ... ( II )


    Caminho ... ( II )
     
    " Seguirei pelo caminho!
    decifrarei se de ida ou de volta...
    Sei que a chegada terá a distância
    de um recomeço
    ...
    Todas as coisas, minhas... existirão!
     
    Nesse caminho sem marcas
    essa dor em meu peito cessará!
    Seguirei com as flores e meus desejos...
    Uma única flor despedaçada
    está entre as paginas
    do livro que ainda não li
    mas que ainda carrego...
    E meu desejo... é de te encontrar!
    Em mim... "
     
    Dú♥Karmona®

    11 julho 2014

    09 julho 2014

    BRAVA TORCIDA BRASILEIRA!

    BRAVA TORCIDA BRASILEIRA! 

    Nem branca nem preta.
    Era verde e amarela
    Num só lugar mostrou que brasileiro
    Canta o hino inteiro
    Mas não esquece que do seu suor
    Plantou-se flores em canteiros
    Para pisarem os estrangeiros

    Nem branca nem preta
    Era verde e amarela
    Ela trouxe das ruas e manifestos
    O grito que estava preso na goela
    E para a tal governante
    Entre vaias, coros e gestos
    Recados retumbantes

    Nem branca nem preta
    Era verde e amarela
    Foi a festa em pobre abertura
    A música, a voz, a letra
    Calando cantores robóticos
    Alertando podres políticos
    Com a sua força e bravura

    O Brasil não é feito com um
    O Brasil não é feito com onze
    Ele não é feito de ouro
    Ele não é feito de bronze
    É sangue, é raça
    É riso, é choro
    É ola, é graça
    É coro

    Nem branca nem preta
    É verde e amarela
    É brasileira!

    Nilza Murakawa

    07 julho 2014

    Incógnitas


    INCÓGNITAS

                _____________
    do tempo
    atenta
    a
                ????????????

    lápsos,
    léxicos,
    lúdicas
    (in)definições

    cética
    estética
    aposta
    em
                !!!!!!!!!!!!!!

    ©rosangelaSgoldoni
    29 05 2014

    RL T 4 825 293

    SALVE CAZUZA!

    Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza (Rio de Janeiro, 4 de abril de 1958 — Rio de Janeiro, 7 de julho de 1990)
    Cantor, compositor, poeta e escritor brasileiro. Ganhou fama como vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho.Sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul".

    Cazuza é considerado um dos maiores compositores da música brasileira. Dentre seus sucessos musicais em carreira solo, destacam-se "Exagerado", "Codinome Beija-Flor", "Ideologia", "Brasil", "Faz Parte Do Meu Show", "O Tempo Não Para" e "O Nosso Amor a Gente Inventa". Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo (termo usado para descrever a presença do vírus HIV, causador da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - AIDS - no sangue) e sucumbiu à doença em 1990, no Rio de Janeiro.



    TODO AMOR QUE HOUVER NESSA VIDA
    Cazuza


    Eu quero a sorte de um amor tranquilo
    Com sabor de fruta mordida
    Nós na batida no embalo da rede
    Matando a sede na saliva

    Ser teu pão
    Ser tua comida
    Todo o amor que houver nessa vida
    E algum trocado pra dar garantia

    E ser artista no nosso convívio
    Pelo inferno e céu de todo dia
    Pra poesia que a gente nem vive
    Transformar o tédio em melodia

    Ser teu pão
    Ser tua comida
    Todo o amor que houver nessa vida
    E algum veneno anti monotonia

    E se eu achar a tua fonte escondida
    Te alcanço em cheio mel e a ferida
    E o corpo inteiro como um furacão
    Boca, nuca, mão e a tua mente não

    Ser teu pão
    Ser tua comida
    Todo o amor que houver nessa vida
    E algum remédio que me de alegria

    Ser teu pão
    Ser tua comida
    Todo o amor que houver nessa vida
    E algum trocado pra dar garantia


    E algum veneno anti monotonia


    04 julho 2014

    Carro-chefe da vida


    Carro-chefe da vida
    (11/10/12)

    Dizem que vive de pão e água,
    É intocável e onipresente
    Seguidora do fluxo da vida
    E violentamente inocente.

    Pai e mãe da maioria dos desejos,
    Manifesta os sabores e dissabores,
    Inexauríveis amores e desamores...
    De calibre incoerente.

    Pula pelos corações inflamados,
    (cutuca, grita, devora)
    Delibera-se nos canteiros que aflora,
    Corrente casta invisível.

    Do atual lirismo à nostalgia inerente,
    Em serenatas e poesias...
    Faz-se mais que presente.

    André Anlub®

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