15 agosto 2014

Código de Honra das Mulheres Celtas


Código de Honra das Mulheres Celtas


Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem um para o outro o que a Deusa Mãe ensinou: amor, companheirismo e amizade.

Jamais permita que o seu coração sofra em nome do amor. Amar é um ato de felicidade, por que sofrer?

Jamais permita que seus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca fará você sorrir.

Jamais permita ouvir gritos em seus ouvidos. O Amor é o único que pode falar mais alto.

Jamais permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida.

Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos seus olhos a dominem, fazendo arrefecer a força que existe em você.

E, sobretudo, jamais permita que você mesma perca a dignidade ser mulher.

Oração ao Tempo

Oração ao Tempo

Reggina Moon

Tempo!
Dono do destino
soberano Senhor da razão
que nos ensina a viver
onde a cada novo amanhecer
nos renova e floresce a alma!

Tempo!
Dono da razão
faz-se dono de nossa emoção
de tão imperfeitos que somos
orienta-nos com tua paz
para que possamos escrever em versos
todo amor que não tivermos!

Tempo!
Dono da verdade
na sagrada palavra escrita
e na poesia de todos os dias
sejamos um só coração
nas bênçãos do amor verdadeiro!


10 agosto 2014

Oração à meu Pai !

Oração à meu Pai!

Não sei ao certo para onde foi
Mas sei por que veio...
Foi meu grande farol
Eternizando uma luz no meu caminhar...
Em minhas escolhas,
Foi grande, forte
E herói...
Foi meu Jesus
Fez minha fé
Sanou meus medos...
Meus pesadelos
E até meus pecados...
Meus erros criticados
Mas no fundo compreendidos...
Tudo que quis desde o começo
E o que quis até o fim...
Pai, ainda sou tua menina!
Não é mais palpável...
Mas ficou no meu abraço
Em meus tantos segredos
Contados e vividos...
Não são cômodos vazios,
Pensados, em ecos gritantes
Que te eterniza...
É a voz forte que ainda ouço
E me dá a direção
Que trepida em meu peito...
Teu sangue que corre em minhas veias!
Tantos olhares trocados
Sentidos, ouvidos e açucarados...
Virou pingos de estrela,
Deixando luz no meu caminhar...
Não sei para onde foi ao certo
Mas, Pai, sei que ficou...

DúKarmona®

08 agosto 2014

A Gosto do Autor



A GOSTO DO AUTOR

Agosto
a gosto do autor.
Bienais em festa.
Vida,
prosa e poesia
desfilam pelos corredores.

©rosangelaSgoldoni
08 08 2014

RL T 4 914 077

05 agosto 2014

Num tempo que desabrocha


Num tempo que desabrocha

O ontem manchou a face 
e talvez criasse tal monstro 
de um amor nostálgico 
e sem identidade...

Perdido entre despeitos, intrigas e calafrios, 
perpetuando-se no forte tempo e num corpo frágil:
- E pensavam que só a morte o dissiparia na eternidade.

No encalço de um pé descalço que anda sobre cacos de vidro...
(viu a lucidez divina, viu história e desenvoltura...)
Criou ampla escultura com o perdão alheio e latão impuro...
Fez-se o mais novo aluno, assíduo e frio, na escola da vida.

Tempos selvagens de trepidações na alma, 
terremotos que cochicham ao ouvido - sondando a mente e despontando estradas:
- quero estar sozinho, quero leito e um copo de vinho.
- quero o som baixinho e as janelas e portas fechadas.

São altas as montanhas 
e é incrível quão o sol (forte) é o clarão que habita no cume.

Há um tempo que desafia, e esquenta, e esfria, e desabrocha.
A simples flor torna-se mais que uma flor...
Torna-se nossa – ternura – torna-se lume.

André Anlub®

04 agosto 2014

Somente Naquele Dia




Somente Naquele Dia...

Naquele degrau,
abraçados pelo luar,
marcados a ferro e fogo,
absortos,
extasiados,
entranhas expostas,
foram agraciados pelo
[des]compasso
da inquietude
e interrogações.
Revestiram-se
ondas e calmaria:
libertação consentida!
Somente naquele dia,
naquele momento,
naquele degrau...

©rosangelaSgoldoni

30 06 2013
RL T 4 865 002



TEUS VERSOS

Desperta-me do sonho
com o teu sorriso
e traga-me a paz
que tanto necessito...
Toca-me a alma
com o teu perfume
essência da paixão
e tantos desesperos...
Revela-me teus segredos
nas entrelinhas
e sejamos cúmplices
da nossa solidão...
Entregue-se a nós
sem medos nem receios!
Reféns da madrugada
recordações e perdão
amor quase eterno
declarados nos versos...


Reggina Moon


31 julho 2014

O POEMA ORIGINAL


Original é o poeta
que se origina a si mesmo
que numa sílaba é seta
noutra pasmo ou cataclismo
o que se atira ao poema
como se fosse ao abismo
e faz um filho às palavras
na cama do romantismo.
Original é o poeta
capaz de escrever em sismo.

Original é o poeta
de origem clara e comum
que sendo de toda a parte
não é de lugar algum.
O que gera a própria arte
na força de ser só um
por todos a quem a sorte
faz devorar em jejum.
Original é o poeta
que de todos for só um.

Original é o poeta
expulso do paraíso
por saber compreender
o que é o choro e o riso;
aquele que desce à rua
bebe copos    quebra nozes
e ferra em quem tem juízo
versos brancos e ferozes.
Original é o poeta
que é gato de sete vozes.

Original é o poeta
que chega ao despudor
de escrever todos os dias
como se fizesse amor.

Esse que despe a poesia
como se fosse mulher
e nela emprenha a alegria
de ser um homem qualquer.


Ary dos Santos, in 'Resumo'


Fale Conosco!

Nome

E-mail *

Mensagem *

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Macys Printable Coupons