25 julho 2015

DIA DO ESCRITOR: NÃO SOMOS TODOS ESCRITORES?

Dia do escritor: Não somos todos escritores? Somos todos envolvidos com os acontecimentos cotidianos, que produz marcas distintas em cada um de nós, sendo que alguns procuram fazer o registro do que lhes acontece, dos pensamentos que a vida desperta em suas consciências, dos sentimentos que dai aflora, e estes cronistas são escritores em ponto de germinação. Assim, todos tem o potencial para serem chamados de escritores. Já aqueles em que depois de aflorada as verves da escrita dedicam-se em aprimorá-la serão ao fim de sua existência, possivelmente aclamados como escritores fundamentais a cultura. Ser escritor é dar testemunho de si, perante outros, perante o tempo! E escrever é um entrelaçamento de muitos elementos, que trarão á urdidura do texto as suas cores, suas formas, tanto objetivas quanto subjetivas... É um fotografar, pintar, esculpir, através da palavra, que escolhida dentre tantas de uma língua tragam em si mesmas o reflexo do que foi intuído, sentido, pensando... E elas, as palavras, com sua carga histórica, com sua vocação a significar, são pedras fundamentais á escrita, e por isso não podem ser usadas de qualquer maneira ou forma... As palavras são a fôrma em que serão formadas as várias representações do que foi escrito! E como um espelho, se bem limpo, propiciarão um nítido reflexo do que querem representar, e significar... Ao contrário, serão veiculo de dúvidas, discórdias, malversações... Escrever é acima de tudo, comunicar... E fazer-se entender é de suma importância, assim, a clareza, a coesão, é imprescindível... Só que a arte da escrita, nos dias que correm, esbarra no encontro de uma plateia apta a decodifica-la, e através de uma leitura ativa recodifica-la, tirando dela novos significados, ou usando-a como ponte para outros pontos de vista possíveis, ou inimagináveis... É por isso, que escrever é um dom! Mas, avento que qualquer dom, dada a sua potencialidade, tem que ser constantemente incentivado, motivado, experimentado, trabalhado e retrabalhado, num fazer-se a si mesmo incessante. Escrever, além de ser um entretenimento, é também um labor de pesquisa, de elaboração de conceitos, que podem vir a fundamentar a vida em comunidade, fazendo com que a sociedade passe para outra fase de seu longo e árduo amadurecimento. Este pensamento tem como base a ideia de que já ultrapassamos a fase em que os conhecimentos eram transmitidos pela oralidade. Escrever é registrar. Que registremos em folhas ainda pálidas, carentes de um por vir, o que de melhor tivermos dentro de nós para comunicar... Se não, o que tivermos de mais honesto! - Pois, nós escritores temos nas mãos a possibilidade de aplacar as trevas, na mesma medida em que podemos alimentar a escuridão! Sabendo que a única realidade que temos para viver, é a em que vivemos, façamos o nosso melhor, pois, juízos de valor, só o serão, após o escrutínio de muitos e tantos que deitem seus olhos sobre os nossos escritos. Somos nós os escritores de hoje, não só os responsáveis pelo que o futuro falará de nós, mas pelo que intuirá, imaginara... Mas cabe a todos os membros de nossa comunidade, sociedade, propiciar a nós escritores o material para nossos registros... Na falta de bons assuntos, de material instrutivo, esclarecedor, emancipador, teremos escritores possivelmente mais empobrecidos, e sem fortuna em seus escritos... E obras sem virtudes! Afinal de contas não podemos ficar á espera que o acaso produza algum gênio nas letras quando bem lhe convier! – Será que podemos nos dar a este luxo? Edvaldo Rosa www.sacpaixao.net 25/07/2015

O querido escritor de Mimoso do Sul: Luiz Henrique Mignone


Luiz Henrique Mignone

Honramo-nos ser integrante do movimento de arte e cultura da Associação Cultural Poemas à Flor da Pele, mesmo de longe sempre está acompanhando nossas jornadas.
Vamos conhecer um pouquinho desse premiadíssimo autor.

Luiz Henrique Mignone é escritor e poeta, com vários livros publicados, mora em Mimoso do Sul, no Espírito Santo, e é irmão da queridíssima artista plástica Beatriz Mignone, nossa grande parceira desde os tempos do Orkut, em e-books e eventos.

(POEMAS) 1 – Como foi que se descobriu escritor e poeta e o que é para ti o ato de criar e em que momentos a inspiração chega? O que na verdade te inspira?

Luiz - O escrever despontou para mim como uma catarse, ao perder uma filha muito querida e amiga, aos dez anos; após, em uma transição de amores, minha vida transformou-se em constante inspiração, com mínimos incidentes ou mesmo palavras inspirando-me e sobre eles construindo meus versos... Descobri-me um amante da vida.

(POEMAS) 2 - Quais, entre tuas obras, poemas, contos, crônicas, que criastes e que te deixam realizado por ter feito. Coloque-os aqui para nós (pode ser também links de vídeos).

Luiz - Em realidade, destacaria os livros “O Enigma do Wakama” e “Os sonhos não morrem jamais”, romances em que me desnudo, além de, certamente, a crônica “A velha Senhora” dedicada a minha terra natal e que titula outro livro, de crônicas, disponíveis no site 
Sistema Lousa Virtual

(POEMAS) 3 – Fale de suas obras, (coloque aqui imagens dos livros), momentos da criação e informe como adquiri-los (pode ser também links de vídeos).

Luiz - Bem, a maior parte de meus livros é de poesias e versa sobre o tema que mais me toca, que me fala mais profundamente: O AMOR, sem retoques, sem sofismas, sem hipocrisia. Creio que condensei minha essência em um único, denominado “Erótica Mente”, igualmente disponível no site www.biblioteca24horas.com . Devo ressaltar que minhas divagações, apesar de bastante eróticas, tratam com naturalidade das nuances do amor, sem que, jamais, possam ser consideradas como pornográficas. Sinto-me, a todo momento, como se caminhando sobre um fio de navalha, sem resvalar e ceder àquela apelação.

(POEMAS) 4 – Quais artistas e poetas que são tua referência? Cite livros e coloque um poema aqui que achar interessante para o leitor.

Luiz - Meu ícone é Vinicius de Moraes, que julgo o maior de todos, talvez por, em sua simplicidade, transmitir-nos tanto, bem como J.G. de Araújo Jorge, de quem destaco o poema SE...

Se eu pudesse parar minha vida 
E dar eternidade a um só momento... 
Se eu não tivesse meu destino preso 
Ao destino das coisas no espaço... 
Se eu pudesse quebrar todas as leis 
E, dentro do universo que se move, 
Parar meu mundo... 
Haveria de escolher o segundo 
Em que estivesse preso em teus braços...

Dentre as obras que li ou leio, ressalto Sidarta, de Hermann Hesse, meu companheiro constante.

(POEMAS) 5 – O que você diria para um artista ou escritor está iniciando sua vida artística e/ou literária?

Luiz - Eu diria somente duas coisas: 1º - sê autêntico, procure expressar exatamente o que você estiver sentindo... e, 2º - PERSISTE!!! Não se deixe quedar por problemas ou incompreensões, pois a vida é um constante flutuar sobre as ondas do mar.

(Poemas 6) O que você tem a dizer ao grupo de poetas, de Poemas à Flor da Pele, que você faz parte, que há mais de 9 anos reúne–se e luta pela arte e poesia.

Luiz - Devo dizer-lhes que me sinto honrado por ter sido aceito e integrar tão seleto grupo e, principalmente, parabenizá-los pela intensa e constante campanha em prol da disseminação da cultura neste nosso tão vilipendiado País, além de agradecer esta oportunidade para que me manifeste. 
Abraços poéticos para todos. Luiz Henrique Mignone

Entrevista à Soninha Porto

51-33917237 (NET) – 82230759 (TIM)



22 julho 2015

Filosofando com Reggina


"Existem coisas na vida da gente que temos de passar.
Apesar de todos os avisos, conselhos e alertas. 
Apesar de tudo. 
Quando a gente sente na pele o que não conseguia ver é que despertamos para a realidade. 
É um risco que assumimos corajosamente em nossas vidas. 
Como saber? __ Passando! 
Somente uma situação de extrema humilhação nos dá a porrada na cara que precisávamos levar.
Nos derruba no chão.
E lentamente nos levantamos sem saber de onde veio o soco.
Aos poucos a realidade irônica nos encara e diz: __ Eu te avisei! 
E assim aprendemos a nos levantar e continuar vivendo...
Nada é em vão, tudo faz parte da nossa evolução espiritual.
Recolhendo as nossas coisas espalhadas pelo chão, atiradas pela falta de compreensão. 
A lágrima seca antes de rolar.
A sensação de que somos uma migalha no chão, faz com que aquela quase perdida alegria, quem sabe, se torne novamente possível um dia."

Reggina Moon

21 julho 2015

Fica Comigo


Fica comigo

Ama, alma que canta
Canta, ama com a alma
Ama, canta comigo

Alma leve
E de solidão exata
Acalma...
Com versos imperfeitos,
Instantes sem rimas...
Que amas

Ama, alma que encanta
Com a alma que canta
Ama e fica comigo...


DúKarmona®


Feliz Dia do Amigo

"Dedico esse poema a todos os meus amigos, muitos se perderam pela estrada, 
outros a distância deixou muitas saudades... 
Alguns simplesmente escolheram ir e outros eu deixei partir.
Só sei que cada um fará sempre parte de minha vida, seja como for..."


Beijos!
Reggina Moon


AMIGOS 
Mário Quintana



Muitas pessoas irão entrar e sair da sua vida
mas somente verdadeiros amigos deixarão pegadas no seu
coração.

Para lidar consigo mesmo, use a cabeça,
para lidar como os outros, use o coração,
raiva é a única palavra de perigo.

Se alguém te traiu uma vez, a culpa é dele;
Se alguém te trai duas vezes, a culpa é sua.

Quem perde dinheiro, perde muito,
Quem perde um amigo, perde mais.
Quem perde a fé, perde tudo.

Jovens bonitos são acidentes da natureza:
Velhos bonitos são obras de arte.

Aprenda também com o erro dos outros,
você não vive tempo suficiente para cometer
todos os erros.

Amigos você e eu...
Você trouxe outro amigo...
Agora somos três...
Nós começamos um grupo...

Nosso círculo de amigos...
E como um círculo,
não tem começo nem fim...

Ontem é história:
Amanhã é mistério,
Hoje uma dádiva,

É por isso que é chamado presente...

19 julho 2015

Sarau "Poemas à Flor da Pele"


O Sarau Litero Cultural, Poemas à Flor da Pele, com a Coordenação de Doroty Dimolitsas, tem como objetivo reconhecer e fomentar a arte, fortalecer o artista, sua memória, identidade e diversidade.

Promove e divulga artistas como: músicos, músicos autorais, cantores, dançarinos,  teatro, literatura (poesia, prosa, lançamento de livros), artistas plásticos, escritores, etc, no mercado cultural com total interação do público. 

O Sarau estará se apresentando, entrada gratuita, no dia  28/Julho/2015 – terça feira, das19:30 às 22:00h, no Teatro do Ator - Praça Roosevelt, 172 - Centro, São Paulo (Próximo à Igreja da Consolação).

O sarau “Poemas à Flor da Pele, proporciona ao público que seja além de expectador, que seja protagonista na arte que melhor lhe servir.  Provoca sua manifestação expressada através da arte e toda forma de linguagem, democratizando o acesso à cultura.
Vá e leve tua arte, teu poema, teu violão!

Texto de Dú Karmona



12 julho 2015

RAIZ DA POESIA: DIA 5 DE JULHO DE 2015, EM SAPIRANGA/RS

         "Juntar ideias, trabalhar com afinco e abraçar as causas com amor, reunir talentos e fazer a coisa acontecer, é um exemplo de humanidade e cidadania, que se pode ver e sentir de mais generoso dos responsáveis pela cultura de um povo, de um artista ou de um poeta, todos irmanados pelo bem da arte e da cultura, que só pode dar em um resultado: sucesso e exemplo de dignidade. Que venham mais eventos como este, Sapiranga!"                                                       
Soninha Porto 
Escritora, Poeta, Ativista Cultural, Presidente da Associação Cultural Poemas à Flor da Pele.


         O grupo Poemas de Porto Alegre foi recebido de braços abertos pela cidade de Sapiranga/RS, a “Cidade das Rosas”, como é conhecida, pertinho de Porto Alegre, e local dos amantes dos ventos, que andam de asa delta no Morro Ferrabraz, naquela cidade.


         Muita dança, música, teatro e poemas, do evento Raiz da Poesia, que há muito tempo está sendo pensado pelo movimento Poemas à Flor da Pele e o reviveu em Sapiranga, que está fomentando e estimulando os movimentos culturais, num espaço fantástico, que é o Centro de Cultura Lúcio Fleck, sob a batuta da Secretaria Municipal de Cultura e Desporto.


         As atrações encantaram o público e emocionaram a todos da Poemas, principalmente Soninha Porto, que não cabia em si de felicidade.
         No Teatro, os atores de Porto Alegre, Marcos Bahrone - com seu Charles Chaplin e o Palhaço-, e Alana Haase, como partner bailarina, fizeram o maior sucesso como mestres de cerimônias; 







         Na dança os grupos de Balé Athos, sob a direção de Raquel Lima e Aline Kunst Silva. e o folclórico Origens, com shows pelo Brasil, América Latina e Europa, fizeram um espetáculo de dar água na boca.





           Na Música, Paulo Gordo e Nana Bernardes, Sandro Seixas e Juliano Bonato (na guitarra), João Antônio Pereira e Marco Araujo, em diversos estilos, com canções e homenagens, em letras magníficas e sons espetaculares, de artistas de grande talento, que comoveram o público.





    

             E na poesia, foi um encantamento com as performances poéticas de Antônio José Gomes, Eliane Sgaria Friedrich, Paulo Ricardo Fleck, Roberto Ornes, acompanhado de Alexandre Vieira ao violão, os amigos Elemar Kramer e Jairo Brum Gomes formavam o grupo de poetas da cidade de Sapiranga. 






         Gentilmente apresentaram o grupo Poemas ao público.    Lá estavam Ana Luiza Conceição, Claudete Silveira, nossa convidada, Cris Martim Branco, Iara Pacini, Maria Helena Mattos e Soninha Porto. 





       


          Marco Araujo fez um solo musical aos poetas que se apresentavam.
       Estiveram presentes, ainda, Amaryllis Patrícia Nascimento e Eduarda Araujo, esposa e filha, respectivamente, de Marco Araujo, o diretor artístico do espetáculo, José Schultz, namorada de João Antônio Pereira, Letícia Pacini, que fotografou o evento, a mascote Poemas Julia Pacini Rezende, filha e neta de Iara Pacini, Mardilê Friedrich Fabre, nossa sócia de São Leopoldo e Sandra Antonioli, conselheira Poemas, presenças marcantes que tudo fizeram para que o evento fosse um sucesso.
        A corte da 32ª Festa das Rosas, festa tradicional da cidade - a rainha Talita da Rosa e as princesas Diéssy dos Santos Borniger e Camila Orestes, lindas meninas, junto com centenas de pessoas da cidade estiveram prestigiando o evento.
         
         Para alegria de todos, um decreto municipal, torna oficial o evento, Raiz da Poesia na cidade de Sapiranga, no dia 5 de julho de cada ano.
      O evento teve apoio da Prefeitura Municipal, Secretaria de Cultura e Desporto, Câmara de Vereadores e Grupo literário de Sapíranga. Grandes nomes que tudo fizeram pra que o evento fosse um espetáculo!
       Especiais agradecimentos à Prefeita Corinha Beatris Ornes Mulling, ao Secretário de Cultura José Aristides Figueiró de Moura, o Juca, ao Vereador Sandro Seixas e à Diretora de Cultura Roberta Rothen; Aos grupos de poetas de Sapiranga e da Poemas que brilharam naquela bela noite em Sapiranga. Também ao Conselheiro Poemas, poeta e músico que atuou como Diretor Artístico do espetáculo: Marco Araujo.

Poemas a Flor da Pele - O Projeto Raiz da Poesia

“Em 2016, a Poemas a Flor da Pele completa dez anos de atividades e, nesse espetáculo intitulado Raiz da Poesia, dá início aos trabalhos e comemorações. Apresentação que envolve a comunidade artística de Sapiranga e Porto Alegre. Uma coletânea de arte produzida por músicos, bailarinos, atores e poetas de muitos destinos, a palavra construída – a palavra concreta: silêncio, sorriso, carinho.” Marco Araujo (Poeta, cantor e compositor e Diretor Artístico)

Associação Cultural Poemas à Flor da Pele
poemasflordapele@gmail.com

Contatos: 51-82230759/33917237

11 julho 2015

O frio das frutinhas; o calor das mangas


O frio das frutinhas congeladas; o calor das mangas no pé e no aguardo da sua subida
(manhã de 6 de julho de 2015)

Volta Voltaire, sai Sartre. Entre filosofia nada barata e contos e desencontros de Kafka, fico com Jorge Amado. Assim sigo no tempo sem dar tempo às intempéries, com o pé direito e direto ao direito de apenas ser feliz e nada mais. Ouvidos atentos nas bocas que nada falam, - assim não se escuta – até se ouve –, mas nada se escuta. Mostre-me sua simpatia que vou varrer a casa, prender os cachorros, preparar o lanche e o chá da tarde... pois terei enorme prazer em já deixar a porta escancaradamente aberta – à sua disposição. “Não se faz mais alegria como antigamente”, discordo completamente. Há demasiada ambição, há exagerado ódio e pedras nas mãos; mas há mais foco, pois se conhece melhor os inimigos. Aliás, eles estão fendidos, tão expostos que até cegos veem... Há menos máscaras para nos enganarmos. Meu maracujá está subindo pelas paredes, mas não de raiva e sim de produção, de querer vida, querer dar frutos e mostrar-se belo. Faz um tempinho – acho que foi em 2012 – que eu disse: tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora. Agora admito ainda mais: é verdade, e acho que minha paciência aumentou daqueles tempos para cá. Muita coisa mudou e o cenário é o mesmo. Como? Explico! Mudou a priori dentro da minha cabeça; meus atos estão mais lúcidos, assim como vejo o mesmo acontecer com amigos que caminharam sem medo e com determinação e coragem. Alguns arriscaram e não foram felizes, mas arriscaram e irão arriscar novamente... Mas muitos – muitos mesmo – estão em marcha forte e inatingível ao objetivo traçado.
Continuo aplaudindo os que saem da inércia (seja mental, espiritual ou física) dos devaneios traquinas, com fedor nas narinas, e incongruentes. Aplaudo de pé sim, e aplaudo sempre, aqueles que são verdadeiramente felizes (ou tentam ser) e não se afogam – se consolam – se isolam – se viciam – se vitimizam ou sequer pensam sobre alguma coisa que não sejam suas angústias – se castram nas filosofias de autoajuda, das furtações de vida e valores, oferecendo a concessão gratuita e mentirosa de sorrisos frios, de rios de água insalubre, de comoções vazias, de bom dia com caras de bundinha e da insensibilidade nas árvores frutíferas... Prefere as frutinhas congeladas.

André Anlub

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